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A "primeira-dama da Botânica" no Brasil

Conhecida como a "primeira-dama da botânica no Brasil", Graziela Maciel Barroso foi a maior catalogadora brasileira de plantas. Ela nasceu em 1912, em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, e continuou realizando uma série de conquistas para as mulheres na ciência até 2003, quando morreu por complicações pulmonares aos 91 anos.


Seu livro virou referência na botânica

Sistemática de Angiospermas do Brasil, lançado em 1978 e com três volumes, é uma das principais contribuições de Barroso para a ciência brasileira, mas não a única. Ela também escreveu Frutos e Sementes: Morfologia Aplicada à Sistemática de Dicotiledôneas, em 1999, e contribuiu para diversos periódicos nacionais e estrangeiros.


A devastação da natureza era alvo de crítica da estudiosa Ainda no final dos anos 90, a botânica chamou de "barbaridade" os estragos causados à natureza e a impunidade desses casos. Para ela, além de maior vigilância no país, o que ajudaria a melhorar o cenário seria o incentivo à educação dos brasileiros. 


Mais de 25 espécies vegetais são homenageadas com seu nome Em homenagem à contribuição de Barroso à botânica, várias espécies levam seu nome, como a Diatenopteryx grazielae. Essa é apenas uma das várias homenagens e prêmios recebidos pela naturalista, a exemplo da medalha internacional Millenium Botany Award. Ela também já foi destaque da escola de samba Unidos da Tijuca no enredo “Viagem Pitoresca Pelos Cinco Continentes Num Jardim”, em homenagem ao Jardim Botânico.


Graziela Barroso foi a primeira mulher naturalista do Jardim Botânico.

Clique aqui para ler a reportagem na íntegra.

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