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História da aspirina: o ácido acetilsalicílico (Parte 2)

O Gabinete de Patentes nos Estados Unidos patenteou a Aspirina, em 1899, tendo Felix Hoffmann como seu inventor. E é esta a versão oficial da Bayer.


O pai de Felix Hoffmann tomava salicilato de sódio para aliviar as dores reumáticas, mas queixava-se dos efeitos adversos e do gosto amargo. Em 1897, Hoffmann conseguiu juntar um grupo acetil ao ácido salicílico e criou uma forma pura e estável de ácido acetilsalicílico – que viria a ser chamado de Aspirina.


De onde vem o nome aspirina (a + spir + in)? O ácido salicílico pode ser extraído da casca do salgueiro e da planta Filipendula ulmaria (no século XIX chamada de Spirea ulmaria). Foi esta planta que deu o nome alemão ao composto – “spirsaure” para ácido salicílico – e foi neste que se baseou o nome aspirina (ácido acetilsalicílico). O “a” refere-se ao grupo “acetil” adicionado ao “spirsaure”, daí o “spir”. Já o “in” era uma forma comum de terminar os nomes dos medicamentos.

As campanhas de marketing na altura ajudaram a difundir a ideia de que a Aspirina serviria para quase tudo. “[A Aspirina] representou muito provavelmente o início do chamado marketing farmacêutico, com algumas das mais agressivas campanhas publicitárias de que há memória, campanhas estas que são uma referência histórica importante no que respeita à aproximação da indústria farmacêutica à sociedade”.

Clique aqui para ler a reportagem na íntegra.

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